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riscos_e_rabiscos

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AVISO IMPORTANTE.

 A pensar seriamente em encerrar o meu blog, quero contar-vos que alguém me roubou a password do meu mail


pessoinha@sapo.pt


e está a usá-lo para enviar virus. Por isso, deixo aqui o alerta. 


Este endereço de mail já não é meu.


Se desejarem falar comigo, podem deizar os vossos mails nos comentários, uma vez que estes voltaram a ser moderados e só eu tenho acesso.


Os meus agradecimentos a todos e as minhas desculpas por me terem roubado e alterado a minha password.

Crime Hediondo.

 

                                          

 

Abriu alguns telejornais, este Sábado que passou, um crime violento. Um filho esquartejou a mãe, tendo levado as partes do corpo para locais diferentes e guardado a cabeça no congelador.

 

Quando a minha avó veio para Lisboa, não foi imediatamente morar na casa onde passou o resto dos seus dias. Habitou primeiro uma casa na mesma zona, com os filhos.

 

Tinha como vizinha uma senhora de nome Alcina. Sempre conheci esta senhora com o mesmo aspecto, com um ar antiquado, como se tivesse estagnado no tempo. Teve sempre uma vida miserável e infeliz. O marido votava-a de tirania em vez de respeito e amor.

Para fugir a uma realidade cruel, refugiava-se no mundo dos "comprimidos dos nervos". Várias vezes parecia flutuar pelas ruas e o seu alheamento da mundivivência suscitava pena.

 

Um dia o destino olhou para ela e decidiu alterar-lhe o Fado. O marido morreu, ela libertou-se das amarras, rejuvenesceu e descobriu a alegria da vida.

Mudou de penteado, de roupa e de atitude perante a vida e o mundo.  Abandonou o seu ar alheado e adoptou um ar de quem vive pela primeira vez.

 

Recebi a notícia pelo telefone. Foi a minha mãe , chocada, que me deu a notícia. achei inacreditável. Não era uma brincadeira de mau gosto? Era mesmo verdade?

Efectivamente, o filho roubara-lhe a vida de forma cruel e atroz. Chacinou-a, despedaçando-lhe o corpo e a vida.

 

Nem na morte te respeitaram, Alcina. Nem feliz na vida, nem tranquila na morte.

 

Cafeíno-dependente!

 

Nem um barril de café chegaria para saciar as minhas necessidades de cafeína. Hoje estou assim.

 

As mudanças climatéricas provocam alterações no meu organismo também. Parece existir um pacto Pessoinha-clima. Se o tempo muda, o meu organismo é solidário e muda também. Só ainda não percebi qual a vantagem. Até agora só vi as, digamos, desvantagens!

 

Passei uma noite horrorosa. Não precisei de abandonar o quentinho da minha cama – ai tão bom! – para ir espreitar à janela e contemplar o céu não estrelado nem o pavimento molhado.

Quando é que a minha amiga cola em mim tipo pastilha elástica? Quando o pacto começa a funcionar, que é como quem diz, quando o tempo muda.

 

O meu quarto parecia uma mansão assombrada. Só faltaram os morcegos, as teias de aranha e os gatos pretos. Bom, tenho um cão preto, será que vale?

Aposto que quem passasse na rua e me ouvisse a chiar, fugiria a sete pés. A pieira, esta noite, atingiu o seu auge! Estou a pensar seriamente em começar a gravar a minha pieira para vender aos tipos dos filmes de terror com casas assombradas e portas ferrugentas.

E mais! Como se não bastasse a chiadeira de porta ferrugenta – será da minha idade? – e desengonçada, estava com uma dificuldade tremenda em respirar. Ainda pensei que fosse o bóbi que se tivesse sentado em coma do meu peito mas, depois de umas apalpadelas, verifiquei que não, o dog estava a aquecer-me os pés.

Ah, e isto não é nenhuma comemoração antecipada do Halloween!

 

Só restava mesmo enfrentar o frio da noite e ir dar uma bombadela no nariz pois não podia fazer já mais nada. A ver se a chiadeira acabava e eu conseguia dormir descansada. Depois foi a vez do pingo no nariz. Levantar rabiosque da cama novamente, agarrar em lenços de papel e voltar ao local de partida. Ufa!

 

Com isto já era manhã, aquela hora de levantar para ir trabalhar, sabem? Mas eu não me levantei porque (agora roam-se de inveja!) hoje não era dia de aulas..1 Iupiii! Conclusão: fiquei mais um pouco na cama.

 

Mas tudo isto só para partilhar convosco que o meu organismo me está a gritar que precisa de cafeína. Já tomei a dose matinal e a da tarde e estou a ver que tenho de tomar uma dose extra.

 

 

Para Pensar e Comentar.

 

Todos aqueles que me visitam já devem ter lido algumas vezes nos meus posts uma das frases que muitas vezes profiro: as relações humanas são muito complicadas.

E são-no, efectivamente. Cada vez mais constato isso.

 

Depois de uma conversa sobre vários tipos de relacionamentos, ficaram a bailar-me algumas coisas na cabeça.

 

É certo que ninguém tem a fórmula certa para um relacionamento perfeito – e até que ponto um relacionamento perfeito, não seria terrivelmente aborrecido? – mas existem atitudes e comportamentos que podem levar um relacionamento a bom porto.

 

E o busílis da questão é o seguinte:

Num relacionamento, deve viver-se apenas um para o outro?

(Ter apenas olhos um para o outro, colocando amigos e família num plano muito afastado? Basear a relação em “eu sou tua e tu és meu” e não nos interessa e nem precisamos do resto do mundo?)

 

Num relacionamento, deve cada um viver a sua vida, vivendo uma vida conjunta?

(Cada um tem liberdade para fazer o que quiser, respeitando o relacionamento mas não se fechando dentro dele, mas caminhando os dois lado a lado para um futuro conjunto?)

 

Vamos lá a puxar pelos neurónios e a partilhar comigo qual é a vossa opinião sobre este assunto.

 

 

Mais Daquilo!

Lá está a tal coisa... A minha amiga Bichana nunca se esquece de me mimar. Aqui vão mais umas mimocas que ela me atribuiu.

 

Mulheres doces, charmosas e encantadoras!

 

 

Verdadeiras mulheres de armas!

 

Vou atribuir estes prémios a todas as mulheres que passam no meu blog porque todas elas têm estas facetas que os prémios descrevem (e você também menina Bichana). Apropriem-se dos prémios faxavor!

 

 

P.S. - Os poucos gajos que aqui entram que me desculpem mas desta vez não há nada para os meninos!

 

 

Querer.

                

 

 

Queria ser uma pessoa daquelas cheias de alegria e alto astral. Que levam a vida a brincar, vivendo um dia atrás do outro. Que tem sempre uma palavra de ânimo para dizer e um sorriso estampado nos lábios.

 

Parecem conseguir lidar com os problemas da vida mais facilmente do que os outros. Que as dificuldades os afectam de maneira diferente e nunca os derrotam.

 

Queria ser uma pessoa cheia de energia positiva para poder distribuir ao meu redor, minimizando os problemas dos outros e os meus, oferecendo alegrias e diminuindo tristezas.

 

Queria ser um raio de sol para aquecer os corações humanos e iluminar os caminhos certos a pisar.

 

Queria que a alegria derrotasse a tristeza e que os sorrisos passassem a ser o uniforme diário de cada um de nós.